"O primeiro livro de Bruno Medeiros traduz com precisão o momento importante que atravessa a história da historiografia no Brasil. Partindo de uma afirmação consagrada e não questionada desde o século XIX – Beauchamp, um plagiário –, o estudo de Medeiros reconstrói um complexo universo de problemas historiográficos, políticos e culturais que a hegemonização deste juízo escondia. Seu livro mostra bem as vantagens de se escrever história não perdendo de vista as múltiplas conexões entre os eventos. Isso só pode ser feito a partir de uma compreensão densa de modelos explicativos, teoricamente orientados, dessas conexões. Assim, o empírico não corre o risco de aparecer com uma espécie de brilho que, no lugar de nos abrir para realidade, apenas ofusca e cega" (extraído do prefácio escrito por Valdei Lopes de Araújo).
Bem vindo ao blog do Histor
Olá! Este blog tem por objetivo divulgar idéias, eventos e publicações relativos à Teoria da História e à História da Historiografia, de modo a constituir mais um canal de informação e incentivo ao estudo desses domínios.
Hello! Este blog tiene como objetivo difundir ideas, eventos y publicaciones relacionadas con la Teoría de la Historia y la Historia de la Historiografía,con el fin de proporcionar un canal adicional de información e incentivos para estudiar estas áreas.
Hello! This blog aims to disseminate ideas, events and publications related to the Theory of History and the History of Historiography, in order to provide another channel of information and incentive to study these areas.
domingo, 3 de março de 2013
Lançamento: Plagiário, à maneira de todos os historiadores, de Bruno Franco Medeiros
Anunciamos o lançamento do livro Plagiário, à maneira de todos os historiadores, de Bruno Franco Medeiros, pela Livraria Paco Editorial.
"O primeiro livro de Bruno Medeiros traduz com precisão o momento importante que atravessa a história da historiografia no Brasil. Partindo de uma afirmação consagrada e não questionada desde o século XIX – Beauchamp, um plagiário –, o estudo de Medeiros reconstrói um complexo universo de problemas historiográficos, políticos e culturais que a hegemonização deste juízo escondia. Seu livro mostra bem as vantagens de se escrever história não perdendo de vista as múltiplas conexões entre os eventos. Isso só pode ser feito a partir de uma compreensão densa de modelos explicativos, teoricamente orientados, dessas conexões. Assim, o empírico não corre o risco de aparecer com uma espécie de brilho que, no lugar de nos abrir para realidade, apenas ofusca e cega" (extraído do prefácio escrito por Valdei Lopes de Araújo).
"O primeiro livro de Bruno Medeiros traduz com precisão o momento importante que atravessa a história da historiografia no Brasil. Partindo de uma afirmação consagrada e não questionada desde o século XIX – Beauchamp, um plagiário –, o estudo de Medeiros reconstrói um complexo universo de problemas historiográficos, políticos e culturais que a hegemonização deste juízo escondia. Seu livro mostra bem as vantagens de se escrever história não perdendo de vista as múltiplas conexões entre os eventos. Isso só pode ser feito a partir de uma compreensão densa de modelos explicativos, teoricamente orientados, dessas conexões. Assim, o empírico não corre o risco de aparecer com uma espécie de brilho que, no lugar de nos abrir para realidade, apenas ofusca e cega" (extraído do prefácio escrito por Valdei Lopes de Araújo).
sexta-feira, 7 de setembro de 2012
IV Colóquio do Histor 2012 - UFRRJ
UNIVERSIDADE FEDERAL
RURAL DO RIO DE JANEIRO
INSTITUTO DE CIÊNCIAS
HUMANAS E SOCIAIS
DEPARTAMENTO DE
HISTÓRIA
E
PROGRAMA DE
PÓS-GRADUAÇÃO EM HISTÓRIA
LINHA DE PESQUISA
ESTADO, CULTURA POLÍTICA E IDEIAS
Colóquios do
HISTOR – 2012
Michel
foucault e a(s) história(s)
HELIANA CONDE
(UERJ)
MARILENE ROSA
(UERJ)
FABIO HENRIQUE
LOPES (UFRRJ)
25/09 – TERÇA-FEIRA – 17h
AUDITÓRIO PAULO FREIRE
CAMPUS SEROPÉDICA
BR 465 – KM 7 – SEROPÉDICA – RIO DE
JANEIRO
INSCRIÇÕES: SECRETARIA DO CURSO DE
HISTÓRIA
TEXTOS DISPONÍVEIS NA PASTA 90 A
(ICHS)
quarta-feira, 6 de junho de 2012
6SBHH - Simpósio O ensaio como problema
Ementa: Considerado como um gênero híbrido e impreciso, frequentemente situado entre a literatura e a ciência social, o “ensaio” oferece um desafio aos estudiosos da historiografia, sobretudo quando recebe o adjetivo “histórico”. Essa associação de termos, particularmente observável a partir do século XIX, quando a escrita da história busca estabelecer limites disciplinares nos contextos nacionais, permite propor algumas questões num seminário cujo tema maior é o chamado “giro linguístico”. Uma delas é saber que relação existe entre gêneros de escrita e determinados contextos culturais. Por exemplo, entre o “ensaio histórico” e o Brasil do século XIX e da primeira metade do século XX; entre o ensaísmo e a instituição de “objetos” como o povo, a mulher, o lendário ou a revolução, na França do XIX; entre uma forma associada a uma escrita aberta e inconclusa e a especialização da pesquisa universitária. Considerando o “ensaio histórico” menos como um gênero auto-evidente (na sua imprecisão) ou a demandar definição, e mais como um problema a ser tratado, propomos discutir – inspirados pela notória pergunta de Michel de Certeau (1974/1975) – o que o ensaísta faz quando faz ensaios, particularmente, os ensaios históricos? O que busca? O que produz? Este simpósio temático acolherá estudos de caso, que focalizem ensaístas nacionais ou estrangeiros, bem como reflexões de ordem teórica sobre o ensaio enquanto gênero discursivo.
http://www.seminariodehistoria.ufop.br/ocs/index.php/snhh/2012
segunda-feira, 4 de junho de 2012
I Jornada de História da Historiografia - ANPUH/RS
Prezados,
Divulgamos a I Jornada de História da Historiografia - ANPUH/RS, que acontecerá no dia 22 de junho no Pantheon do IFCH, campus do Vale, da Universidade Federal do Rio Grade do Sul (UFRGS).
A história da historiografia há algum tempo vem se consolidando como um eixo de inquirição bastante profícuo e representativo no Brasil. Se no século XIX a questão sobre como se deveria escrever a história do Brasil despontava como importante preocupação para os letrados, sobretudo aqueles ligados ao Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro, já no século XX tal eixo se constituiu como uma agenda de investigação abrangente e multifacetada, desde os consideráveis esforços empreendidos por José Honório Rodrigues no sentido de se precisar uma área de atuação até as disciplinas de teoria da história e historiografia nos currículos universitários.
Se atualmente a existência de um número considerável de obras voltadas para a reflexão teórica, bem como para a historicização do conhecimento histórico, sinalizam um momento de crescimento nas pesquisas em história da historiografia, por outro lado as formas de legitimação deste campo investigativo nem sempre são indagadas de maneira a tornar problemático o que aparenta ser uma evidência.
O intuito da I Jornada de História da Historiografia é possibilitar aos interessados, historiadores ou não, um espaço de interlocução e discussão sobre temas pertinentes à história da historiografia de uma forma geral, oferecendo a oportunidade para que a própria existência e legitimidade deste campo ou domínio de investigação possa ser problematizado.
Evento: I Jornada de História da Historiografia
Participações: Estevão de Rezende Martins (UnB), Valdei Lopes de Araujo(UFOP), Rebeca Gontijo (UFRRJ) e Mateus Henrique de Faria Pereira (UFOP)
Quando: 22/06/2012 - 09:30 às 12:30 / 14:30 às 17:30
Onde: Pantheon do IFCH/UFRGS
Divulgamos a I Jornada de História da Historiografia - ANPUH/RS, que acontecerá no dia 22 de junho no Pantheon do IFCH, campus do Vale, da Universidade Federal do Rio Grade do Sul (UFRGS).
A história da historiografia há algum tempo vem se consolidando como um eixo de inquirição bastante profícuo e representativo no Brasil. Se no século XIX a questão sobre como se deveria escrever a história do Brasil despontava como importante preocupação para os letrados, sobretudo aqueles ligados ao Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro, já no século XX tal eixo se constituiu como uma agenda de investigação abrangente e multifacetada, desde os consideráveis esforços empreendidos por José Honório Rodrigues no sentido de se precisar uma área de atuação até as disciplinas de teoria da história e historiografia nos currículos universitários.
Se atualmente a existência de um número considerável de obras voltadas para a reflexão teórica, bem como para a historicização do conhecimento histórico, sinalizam um momento de crescimento nas pesquisas em história da historiografia, por outro lado as formas de legitimação deste campo investigativo nem sempre são indagadas de maneira a tornar problemático o que aparenta ser uma evidência.
O intuito da I Jornada de História da Historiografia é possibilitar aos interessados, historiadores ou não, um espaço de interlocução e discussão sobre temas pertinentes à história da historiografia de uma forma geral, oferecendo a oportunidade para que a própria existência e legitimidade deste campo ou domínio de investigação possa ser problematizado.
Evento: I Jornada de História da Historiografia
Participações: Estevão de Rezende Martins (UnB), Valdei Lopes de Araujo(UFOP), Rebeca Gontijo (UFRRJ) e Mateus Henrique de Faria Pereira (UFOP)
Quando: 22/06/2012 - 09:30 às 12:30 / 14:30 às 17:30
Onde: Pantheon do IFCH/UFRGS
quarta-feira, 23 de maio de 2012
UNIVERSIDADE FEDERAL
RURAL DO RIO DE JANEIRO
INSTITUTO DE CIÊNCIAS
HUMANAS E SOCIAIS
DEPARTAMENTO DE
HISTÓRIA
E
PROGRAMA DE
PÓS-GRADUAÇÃO EM HISTÓRIA
LINHA DE PESQUISA
ESTADO, CULTURA POLÍTICA E IDEIAS
Colóquios do
HISTOR
2012
FERNANDO
NICOLAZZI (UFRGS)
As virtudes do herege: ensaio,
modernismo e escrita da história em casa-grande & senzala
HENRIQUE ESTRADA
(PUC-RIO)
Sérgio Buarque de
Holanda e a razão árcade
30/05 – QUARTA-feira
AUDITÓRIO PAULO FREIRE, 17h
CAMPUS SEROPÉDICA
BR 465 – KM 7 – SEROPÉDICA – RIO DE
JANEIRO
INSCRIÇÕES: SECRETARIA DO CURSO DE
HISTÓRIA
TEXTOS
DISPONÍVEIS NA PASTA 90 A (ICHS)
quinta-feira, 26 de abril de 2012
terça-feira, 17 de abril de 2012
Colóquios do Histor (UFRRJ) - 2012
UNIVERSIDADE FEDERAL
RURAL DO RIO DE JANEIRO
INSTITUTO DE CIÊNCIAS
HUMANAS E SOCIAIS
DEPARTAMENTO DE
HISTÓRIA
E
PROGRAMA DE
PÓS-GRADUAÇÃO EM HISTÓRIA
LINHA DE PESQUISA ESTADO,
CULTURA POLÍTICA E IDEIAS
Colóquios do
HISTOR
2012
temístocles cezar
(UFRGS)
A pesquisa em história
da historiografia. Escrita histórica e historicização do tempo
27/04 – sexta-feira
AUDITÓRIO PAULO FREIRE, 17h
CAMPUS SEROPÉDICA
BR 465 – KM 7 – SEROPÉDICA – RIO DE
JANEIRO
INSCRIÇÕES: SECRETARIA DO CURSO DE
HISTÓRIA
TEXTO DISPONÍVEL NA PASTA 90A (ICHS)
sexta-feira, 30 de março de 2012
6SBHH
Prezados colegas,
Acontecerá entre os dias 20 e 23 de agosto deste ano o 6º Seminário Brasileiro de História da Historiografia - O Giro-Linguístico e a Historiografia: balanço e perspectivas. O SNHH, agora intitulado “brasileiro” para denotar a dimensão internacional que o evento adquiriu ao longo de suas edições, propõe como tarefa central avaliar o impacto e o legado do chamado Giro-linguístico para a historiografia e as Ciências Humanas em geral. Como pensar os fenômenos sociais, culturais, políticos ou econômicos sem a mediação, em vários níveis, dos fenômenos da linguagem?
O evento terá lugar no campus de Mariana, no Instituto de Ciências Humanas e Sociais (ICHS) da Universidade Federal de Ouro Preto.
O seminário desse ano contemplará as seguintes modalidades: simpósios temáticos, mini-cursos,oficina de formação de professores, comunicação livre para graduandos e ouvinte.
As inscrições serão abertas no dia 02 de abril e encerradas no dia 20 de maio.
Maiores informações à respeito do 6ºSNHH podem ser acessadas através dos seguintes endereços:
Página no Facebook.
Outros esclarecimentos podem ser obtidos pelo e-mail seminario_ichs@yahoo. com.br e através do e-mail pagamento_snhh@yahoo.com.br, destinado à responder as dúvidas referentes ao processo de inscrição.
O evento é uma realização do Núcleo de Estudos em História da Historiografia e Modernidade (NEHM) em conjunto com a Sociedade Brasileira de Teoria e História da Historiografia (SBTHH) e terá a seguinte programação:
20/08/2012 (segunda-feira)
8:00 às 18:00 . Comunicação livre para graduandos
19:30 às 21:00 . Conferência de abertura
Guillermo Zermeño Padilla (Colegio de Mexico)
Coordenador: Mateus Pereira (UFOP)
21/08/2011 (terça-feira)
08:00 às 12:00 .Mini-cursos.
Mini-curso 01
Historiografia e retórica
Felipe Charbel (UFRJ)
Mini-curso 02
Cultura histórica portuguesa (séculos XIX e XX)
Sérgio Matos (Universidade de Lisboa)
14:00 às 18:30 . Simpósios temáticos.
19:30 às 21:00 . Mesa-redonda.
Mesa 01
O Historiador escreve história: o desafio do Giro-Linguístico
Hermann Paul (Leiden University)
Rogério Forastieri (Col.Etapa-SP)
Coordenador: Valdei Araujo (UFOP)
22/08/2011 (quarta-feira)
8:00 às 12:00. Mini-cursos.
Mini-curso 03
Hermenêutica: da afirmação como um método aos seus limites atuais
Pedro Caldas (Unirio)
Mini-curso 04
A História do Tempo Presente e as noções de trauma e frustração
Carlos Fico (UFRJ)
14:00 às 18:30 . Simpósios temáticos.
19:30 às 21:00 . Mesa-redonda.
Mesa 02
Contextos nacionais e Giro-Linguístico: experiências do tempo, narrativa e memória
Sérgio Campos Matos (Universidade de Lisboa)
Verônica Tozzi (U. de Buenos Aires)
Temístocles Cezar (UFRGS)
Coordenador:
Bruno Medeiros (USP)
23/08/2011 (quinta-feira)
10:00 às 12:00 . Assembleia da Sociedade Brasileira de Teoria e História da Historiografia
14:00 às 18:30 . Simpósios temáticos
19:30 às 21:00 Conferência de Encerramento
Hans Ulrich Gumbrecht (Stanford)
Coordenador:
Marcelo Rangel (UFOP)
Atenciosamente,
Comissão organizadora.
Prof. Ms. Bruno Medeiros (USP)
Prof. Dr. Valdei Araujo (UFOP)
Prof. Dr. Marcelo Rangel (UFOP)
Prof. Dr. Mateus Pereira (UFOP)
domingo, 11 de março de 2012
No more plan B
Anthony T. Grafton e Jim Grossman, respectivamente Presidente e Diretor Executivo da American Historical Association, apresentam uma "proposta muito modesta" (e interessante) para os cursos de História nos EUA, que inspira reflexão sobre os cursos no Brasil.
http://www.historians.org/perspectives/issues/2011/1110/1110pre1.cfm
http://www.historians.org/perspectives/issues/2011/1110/1110pre1.cfm
Historiadores pra quê?
À luz do debate que sacode o campo de história estadunidense sobre a função social dos historiadores, Keila Grinberg contrapõe, em sua coluna de março [revista Ciência Hoje], as expectativas do graduando em história no Brasil e a realidade que ele encontra depois de formado. A reflexão sugere um novo direcionamento profissional nos cursos de pós-graduação na área.
Por: Keila Grinberg
Publicado em 09/03/2012 | Atualizado em 09/03/2012
segunda-feira, 5 de março de 2012
ICHTH - The International Commission for the History and Theory of Historiography
Historians as Engaged Intellectuals: historical
writing and social criticism
The first open conference of the ICTCH
(International Commission on the History and Theory of Historiography) will be
held at the Institute for the History of Social Movements, Ruhr-University
Bochum, 19 – 21 September 2013.
In the twentieth century Marxist historiography
went furthest in demanding from scholars partisanship for the poor and the
oppressed in society. Historians were neither to be antiquarians nor chase the
illusions of objectivity postulated by European historism. Whilst in Communist
countries, the ruling Communist Parties disallowed any deviations from the
historical interpretations it prescribed, in non-Communist countries Marxist
scholars belonged to the most engaged intellectuals writing history as an
intervention into social and political debates. The influence of 1968 and the
anti-colonial struggle on historiography ensured that the idea of the historian
as an engaged intellectual became widespread across the globe. However, by the 1980s,
this idea had run into difficulties, as the Marxist project seemed to run out
of steam. Nevertheless, social protest has not gone away. After all, the 1980s
witnessed massive peace and ecological movements as well as the social protest
against Communist dictatorships, which all found considerable interest among
historians, and more recently we have seen, with movements such as Attac or
Occupy, that some scholars are involved in transmitting
concepts and categories from the realm of their studies to the movements
themselves, whilst, at the same time, making the movements case studies in
their disciplines. Today,
with Communism gone and Western liberalism far from triumphant, it may be time
to revisit the relationship between historical scholarship and societal
engagement. Should historians intervene in the social and political debates of
contemporary societies? How have they done so in the past? For what causes did
historians write and with which effects? Did they participate in social
movements and, at the same time, make social movements the objects of their
studies? Feminism, poststructuralism and postcolonialism all deeply influenced
historical writing after the 1970s – to what extent did they promote the
emergence of engaged intellectuals among historians?
Latin American
historians dealing with traumatic memories by the dictatorships and tortures,
the experience and the thinking of historians on the Commissions of Truth and
Reconciliation in South Africa and other countries, the experience of engaged
historians in the Muslim countries under the threat of Islamic Law and of
course the anti- and post-colonial experience
We invite submissions of papers which reflect
on past and present attempts to write history from the perspective of societal
interventions, including papers which do so with reference to
the
theory of history
the
history of historical studies
popular
history
history
and memory
Please send an abstract of no more than 150
words to Stefan Berger by 30 December 2012. All those who have proposed papers
will be notified by email as to whether their paper has been accepted by 27
February 2013.
The Berendel Foundation has kindly provided limited
financial assistance to junior scholars without institutional affiliation, and
scholars from poorer countries. If your participation is contingent upon
receipt of financial support, please include details of why such support is
needed along with your abstract.
http://www.historiographyinternational.org/
ICHTH is going to organize an open conference on “Historians as Engaged Intellectuals: Historical Writing and Social Criticism” at Ruhr University-Bochum, Sept. 19-21, 2013. Any ICHTH members interested in presenting their papers at the conference could submit a 150 words abstract to Professor Stefan Berger [stefan.berger@rub.de] by Dec. 30, 2012.
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